
Desde que se tornou mãe em 2018, a questão da maternidade tem sido central na prática artística da artista. A técnica da cianotipia tornou-se importante, especialmente após o nascimento de sua filha, oferecendo uma alternativa segura e acessível para expressão artística, enquanto explorava a botânica e o vínculo materno-filial. Nessa obra, a representação de avó, mãe e filha nas cortinas reflete uma profunda introspecção, com a imagem da mãe surgindo de forma menos definida, mas carregada de transparência e identidade, simbolizando o processo de autoconhecimento e cura através da arte. Essa obra, além de explorar aspectos pessoais, dialoga com temas universais da maternidade e da transformação feminina, convidando os espectadores a refletirem sobre a complexidade e a beleza desse ciclo de vida.
(Texto do artista, editado pela equipe do MUnA)














